O custo da propaganda eleitoral paga na internet em 2018

Na primeira eleição que anúncios pagos foram permitidos na internet, o valor gasto pelos candidatos com eles não passou de 2% do total dos custos de campanha declarados ao TSE

 

Por Francisco Brito Cruz, Heloisa Massaro e Ester Borges

As eleições de 2018 foram marcadas pelos debates acerca do papel da internet e, principalmente, das redes sociais na política brasileira. Foi o primeiro processo eleitoral no qual o “impulsionamento de conteúdo” passou a ser admitido como única modalidade de propaganda eleitoral paga na rede. Na esteira da campanha presidencial de Donald Trump em 2016 – que, com a ajuda da empresa Cambridge Analytica, ficou famosa por usar anúncios no Facebook para persuadir eleitores –, muito foi especulado no período que antecedeu as eleições brasileiras sobre o quanto as campanhas iriam investir de fato nessas ferramentas. Passado o processo eleitoral, é hora de medir esse valor, entendendo-o comparativamente e diagnosticando o tamanho e o lugar que esse tipo de investimento teve para candidatos, plataformas de internet e outros atores.

Leia a íntegra  no site InternetLab.

Crédito da imagem: Pixabay.com

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