Três em cada quatro partidos do país têm mais da metade da estrutura formada por comissões provisórias

Levantamento do G1 com dados do TSE aponta que as comissões provisórias predominam nos partidos, principalmente na esfera municipal. Especialistas afirmam que estrutura temporária é ‘menos democrática’ e permite o controle do partido por caciques.

As comissões provisórias compõem mais da metade da estrutura organizacional de 26 dos 35 partidos no Brasil. É o que aponta um levantamento do G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estrutura temporária, que prevalece mesmo em partidos mais antigos e é mais frequente na esfera municipal, permite que os caciques indiquem dirigentes aos seus comandos.

Uma resolução do TSE determina que a duração máxima de comissões provisórias seja de seis meses, contados a partir de 1º de janeiro deste ano. O prazo vence em 29 de junho. Porém, essa data limite pode ser esticada, já que o presidente Jair Bolsonaro sancionou em maio deste ano uma lei que amplia a duração máxima das comissões provisórias para oito anos.

Leia a íntegra no site G1.

Crédito da imagem: wilsonvieira.net.br

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